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Alerta-se que a teoria que corresponde à Economia da Oralidade está apenas nascendo, mas é possível antever que a tamanha que vai ocupar é de difícil mensuração.


Como ciência da economia é, a princípio, um conjunto de ferramentas e não uma matéria em si, nenhum tema, por mais alheio que lhe pareça, deve ser considerado fora do seu alcance, conforme afirma Steven D. Levitt em seu livro FREAKONOMICS.


Com base na afirmação de que economia é o estudo dos incentivos, ou seja, como os indivíduos conseguem o que desejam, ou aquilo de que necessitam, considerando também quando outras pessoas desejam o mesmo ou necessitam dela.


Um incentivo é um objeto de desejo tangível ou intangível, uma chave que abre o baú de tesouro do pensamento, uma mola propulsora e impulsionadora da Nova Economia viabilizada pela oralidade, especialmente pelo poder semântico da pela palavra-chave, capaz de transformar contextos e circunstâncias socioeconômicas.


As informações, o conhecimento, a criatividade, os aspectos comportamentais, colaboratividade e assim por diante, são mobilizados pelo exercício dialógico, da conversação, da troca de informações e conhecimentos, geradores eficazes e eficientes de incentivos necessário ao crescimento econômico.


Neste sentido a oralidade cumpre integralmente este propósito de persuadir os ouvintes a fazer aquilo que o orador está afirmando.


Isto se dá invariavelmente através de um dos seus segmento mais nobres da oralidade, a oratória, entendida como a arte da persuasão.


Incentivos são meios para estimular as pessoas desejem realizar tarefas que beneficiem a si mesmas e à sociedade, minimizando fazer o que aquilo que não tem valor econômico.


A Economia da Oralidade trata, entre outras múltiplos aspectos e cenários, as relações humanas no âmbito socioeconômico em geral e particularmente o que chamamos de negócio gerado pelo propósito principal da troca de valor, entre as partes envolvidas.


Um dos principais objetivos da Economia da Oralidade por intermédio do Design da Oralidade é projetar a Marca Vocal Corporativa, como fator de influência para incentivar a decisão de compra de produto ou serviço oferecido os seus públicos.


Todo o incentivo é um inerentemente uma compensação; o segredo é equilibrar os extremos.


Ela deve identificar seus pontos de contato que sirva para melhorar os relacionamentos, construir significado e agregar a Marca Vocal Corporativa sintomatizada e harmonizada com as características linguísticas da corporação para lhe dar personalidade, visando garantir maior precisão, autenticidade e embatia com os seus públicos.



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Foto de Jorge Cury Neto


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